27 de maio de 2020

Empresas de ônibus na luta contra o COVID-19

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Os motoristas de empresas de ônibus ocupam o segundo lugar da lista das profissões mais arriscadas ao contágio ao COVID-19, segundo levantamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Perdendo apenas para os profissionais de saúde bucal, os especialistas do volante têm 71% de risco de contrair o coronavírus, em casos de exposição com algum infectado. Pensando nisso, grupos das maiores companhias rodoviárias do Brasil reforçaram as medidas de higienização e proteção dentro dos veículos. Saiba abaixo quais são algumas dessas ações!

Ônibus de Aracaju e Recife instalam painéis de isolamento

A procura por passagens de ônibus de Aracaju, em Sergipe, caiu em pelo menos 70%. Este é o reflexo da maioria das linhas rodoviárias do país. Mesmo com a queda, a frota que circula pela capital foi reduzida em 30% de sua capacidade, durante horários de grande circulação. Além das reduções, que é comum em outras regiões, a Região Metropolitana de Sergipe e do Recife, estão instalando uma “espécie de cortina de acrílico”, ou seja, painéis para aumentar o isolamento e o contato entre os profissionais e os passageiros. A medida que leva em consideração as recomendações da OMS, também integra a distribuição de máscaras e álcool em gel para operadores do setor e borrifadores com álcool nos terminais e nas garagens das companhias.

Proteção para os motoristas em São Paulo

Em São Paulo, a SPTrans (São Paulo Transporte) também autorizou os ônibus que circulam na capital, adorarem uma “barreira de isolamento” entre os motoristas e os passageiros. Por lá, estão sendo instaladas cortinas para criar uma espécie de barreira mecânica, contra gotículas que possam circular no interior dos veículos.

Limpeza e Higienização redobradas em Vitória

Os ônibus de Vitória, no Espírito Santo, que fazem parte do Sistema Transcol, estão passando por um rigoroso processo de limpeza dentro e fora dos veículos. Para conter o avanço do contágio ao coronavírus, os coletivos são diariamente lavados com uma combinação de água e sabão, e hipoclorito de sódio (água sanitária), principalmente onde há mais contato com as mãos, como poltronas, cintos de segurança e corrimãos.

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