8 de julho de 2020

Futuro do Turismo Internacional pós-pandemia

Por: 

Quero Passagem

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As cidades brasileiras que dependem do turismo internacional já fazem algumas previsões de como será o enfrentamento da alta temporada no final de 2020, pós-pandemia. Entre o que é mais discutido, está o período em que o setor pode demorar para voltar ao comportamento e fluxo que consideramos o “normal”. Segundo a ABBTUR – Associação Brasileira de Turismólogos e Profissionais do Turismo e Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação a (FBHA), os próximos dois anos serão diretamente mais desafiadores para o setor.

Tendência no setor rodoviário

Para viagens dentro e fora do Brasil, é esperado que mais viagens rodoviárias sejam feitas com número reduzido de ocupação, talvez não mais do que 50%. Vale também considerar que, os destinos de lazer para este tipo de transporte tendem a sofrer mudanças, como é esperado que a busca por experiências mais próximas a natureza, só aumentem nas próximas temporadas.

Destinos brasileiros para gringos

Apesar de mais da metade de quem sempre realiza viagens internacionais não fazer ideia de quando irá retornar aos aeroportos, é estimado que o Brasil se mantenha na lista de prioridades dos que buscarem o turismo de experiência, pós-pandemia. Quem também leva uma vantagem considerável neste cenário, são as cidades e destinos naturais ou rurais que “escondem” muita beleza e aventura nas redondezas das capitais e de outras cidades mais badaladas, e que estejam distantes de até 300 quilômetros. Ah e é claro: Dentre esses que possuem deslocamento aéreo, a possibilidade de procura deve aumentar.

Viagens de ônibus pode ser a solução

Setores integrados ao turismo brasileiro, como a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH Nacional, reconhecem que a expansão rodoviária tem uma importância significativa no futuro dos serviços que dependem exclusivamente do fluxo de viajantes e de turistas. Contudo, se enaltece a prioridade no investimento de novas concessões e linhas que possam garantir o deslocamento entre os grandes centros e as cidades regionais, por 1,72 milhões de quilômetros de estradas que compõem o nosso querido país!

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