5 de novembro de 2013

Ônibus rodoviários são a salvação do planeta!

Por: 

Quero Passagem

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Ônibus rodoviários futuro

São dos ônibus rodoviários mais populares que estão as melhores ferramentas para tornar possível o avanço e o estimulo para as obras do setor rodoviário acontecer. Os ônibus e os próprios Metrôs ilustram bem o quanto a coletividade ajuda na preservação do meio ambiente e na qualidade de um trânsito mais fluente em metrópoles e grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo. Em discussão, deve ser do poder público e das autoridades locais o interesse em garantir um futuro menos desigual daqui para frente. Passou da hora de se pensar em coletividade para garantir cada vez mais os interesses dos cidadãos. No Brasil, todos os transportes coletivos que realizam viagens são cobrados, independente de quem os administra, seja o governo ou a própria companhia de viação devidamente licitada para realizar o percurso. Talvez se não existem taxas e nem preço de passagens rodoviárias para se utilizar do serviço muita coisa mudaria. Mais pessoas viajariam de ônibus enquanto mais carros ficariam parados na garagem.

A mudança pouco provável deve ser bancada por investimentos do próprio governo federal. São milhões de reais para bancar um imenso modelo de trabalho que poderá ser satisfatório em um futuro próximo, sem trânsito nas rodovias, céu puro e melhorias nos serviços de mobilidade. É importante lembrar que nada aqui é gasto, e sim investido. Algo que se aplica para se ver gerar novos resultados. Não é apenas reduzindo o preço de passagens de ônibus ou tornando o serviço gratuito que todos os problemas irão ter um fim. É preciso investir em obras que priorizem este tipo de categoria. Novas linhas em locais onde o ônibus esta disputando espaço com a maioria dos automóveis e aprimoramento de outros projetos que já existem há algum tempo. A segurança e o conforto sempre deverão estar à frente dos objetivos. A capacidade de transportar grande número de pessoas na movimentada cidade de São Paulo, como é o caso, é a solução mais prática e eficaz até o presente momento. Se para cada 75 carros houvesse um ônibus, ou até mesmo um ônibus biarticulado ao invés de 190 veículos espalhados pela capital, a qualidade no trânsito seria extremamente satisfatória.

Muitos projetos investidos no transporte público brasileiro não funcionam justamente pela falta de integração com os órgãos competentes. Apenas abolir as reservas rodoviárias ou só construir novos corredores pouco melhora, mas se as duas coisas acontecerem juntas tudo pode mudar. O ideal para que isso se torne cada vez mais real, é aplicar o teste em cidades menores onde os modais possam ser investidos em menor escala, como aconteceu em Tallin, capital da Estônia, lá ninguém paga nada para andar de ônibus. Em 2012, a cidade européia acredita que a população tenha economizado cerca de 12,4 milhões de Euros. A média salarial do Tallin é de 855 Euros por mês. Se for comparado com o Brasil, o governo federal gastaria aproximadamente R$ 50 por pessoa para transformar o transporte público em direito exclusivo para toda a população.

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