1 de outubro de 2014

Taxa de embarque dos aeroportos encarece viagens aéreas

Por: 

Quero Passagem

Quem viaja pela primeira vez através das aeronaves brasileiras, certamente é surpreendido com a cobrança da taxa de embarque praticada na maioria dos aeroportos do país. O valor calculado conforme a categoria do aeroporto, na medida em que a infraestrutura do local é mais sofisticada, é somado como ponto negativo para viajantes que optam pelas viagens aéreas, ao invés de reservarem as passagens de ônibus. As tarifas de embarque podem chegar a valer mais do que a própria viagem rodoviária de ida, quando o trajeto é realizado em linhas de até 600 quilômetros de distância. O prejuízo, muitas vezes inesperado, está encarecendo o passeio de milhares de passageiros que preferem viajar de avião para chegar até outros Estados.

Aeroportos brasileiros cobram taxa de embarque.

Do total de aeroportos do Brasil que recebem voos comerciais, apenas dez deles não estão cobrando tributos para embarcar. No geral, a tarifa de embarque apenas é isenta em aeroportos pequenos, de cidades com número reduzido de habitantes. Com exceção de municípios localizados no norte do país, apenas o Aeroporto de Rio Verde, em Goiás, Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul e em Patos de Minas de Minas Gerais estão aliviando as despesas dos clientes das companhias aéreas. Na Bahia, direto do Aeroporto de Teixeira de Freitas que passa a receber rotas da Voeazul, também garante os embarques sem custos.

No norte do Brasil, onde os serviços aéreos são menos qualificados, vários aeroportos não cobram a taxa de embarque. É o caso das cidades de Eirunepé, Lábrea, Tefé e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. No Pará, o imposto do embarque é isento nos aeroportos de Tucuruí e Porto Trombetas. Em desigualdade na infraestrutura oferecida nos pontos de partida das aeronaves e dos ônibus, as rodoviárias brasileiras não praticam este tipo de tributo.

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