5 de novembro de 2019

Vale a pena contratar o seguro numa viagem rodoviária?

Por: 

Quero Passagem

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Na hora de realizar uma viagem nos preocupamos com muitas coisas, principalmente na compra da passagem de ônibus. Então a pergunta que vem junto é: com ou sem seguro? Vale a pena pagar o seguro ou melhor não?

Primeiro vamos deixar claro que o pagamento de seguro é opcional. Quem escolhe por adquirir o seguro, imediatamente, tem a cobertura de tratamentos de saúde como os: médicos, hospital, medicamentos, e também a indenização por invalidez e morte. O alcance e o valor desse benefício variam de cada contrato e as empresas precisam deixar à disposição do usuário.

Por isso reunimos dois relatos de passageiros que utilizaram ou não o benefício, para sanar as dúvidas.

O primeiro foi o Danilo que optou por não usar o seguro.

 Na ocasião em que viajei à São Paulo, eu estava com faringite e por isso foi uma experiência muito desgastante e desconfortável, levando em consideração a duração do percurso, que é de aproximadamente 6h30.

Quando retornava para casa, além dos sintomas que já estava sentindo por conta da inflamação na garganta, fiquei com os olhos avermelhados e coriza involuntária, onde no dia seguinte, em consulta médica, tive a confirmação de ter contraído conjuntivite. Apesar de ter sido pontual, arquei com custos médicos pós viagem e tive uma má experiência quanto a higienização no interior do ônibus. Pontos negativos que com a contratação, informação e uso adequado do Seguro Viagem poderiam ser amenizados.”

Já no nosso segundo relato, temos a Ana, passageira que decidiu optar pelo seguro.

“Alguns dias atrás estive em uma consulta com um médico minha cidade e o mesmo me receitou um remédio para tomar durante três dias. No último dia do medicamento viajei para São Paulo e eu senti que não havia melhorado nada, até porque eu tossi a viagem inteira. Liguei para o seguro e o atendente me perguntou onde eu iria estar em São Paulo. Assim, ele procurou pelo hospital mais próximo, além de encaminhar por e-mail o endereço e uma carta garantia de um certo valor. No meu caso, fui para o Oswaldo Cruz da Bela Cintra. Fui atendida e procedimento é o padrão como em todo hospital: Consulta com o médico, exames, medicação. Sendo liberada, passei na tesouraria e eles me informaram que só os exames que ainda não estavam sendo cobertos pelo plano, mas porque eu tinha acabado de sair do hospital, que a documentação ainda seria enviada pra Assist Card. Ou seja, não houve nenhum gasto. Depois comprei os remédios, onde entrei com o pedido de reembolso pelo site. Eles demoram uns dois dias para responder, mas eu ainda acho um prazo bom e, por telefone, o contato é rápido. Tive uma cobertura de centenas de reais.”

Depois desses dois relatos você que quer cair na estrada com tranquilidade, as opções são variadas, escolha aquela que se encaixa melhor com você e aproveite.

 

 

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