24 de junho de 2020

Andar de Ônibus Fretado é seguro?

Por: 

Quero Passagem

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Quando chega o período de recessão, a procura pelo ônibus fretado aumenta, né? Mas de fato, contratar esse tipo de serviço para viajar de uma cidade para outra, é mais barato? É seguro e tem regulamentação legal para circular? Por conta dessas e de outras dúvidas importantes, resolvemos fazer um apanhado geral com várias informações que certamente, irá te ajudar a contratar o serviço com mais tranquilidade!

Onde pesquisar se o transporte de fretamento é regularizado?

O mais recomendado para quem preferir embarcar em um veículo fretado é consultar se o mesmo está devidamente autorizado para a prestação de serviço comercializada. As agências estaduais de regulamentação são os órgãos responsáveis por fiscalizar e divulgar a relação de empresas credenciadas, como por exemplo em São Paulo, feito pela Artesp (é possível consultar no site da agência, se o ônibus é cadastrado). Vale ressaltar também que, mesmo que o fretador seja autorizado, existem algumas práticas que são ilegais e proibidas, como o embarque avulso, ou seja, utilizar espontaneamente o serviço poucas vezes. Já que o fretamento foi criado para atender uma demanda regular de um determinado ponto de partida e destino. Só na capital paulista, a Artesp fiscalizou mais de 6,5 mil veículos, sendo que 451 deles não cumpriram as exigências legais e foram retidos por transporte clandestino. Esse tipo de fiscalização e regulamentação também garante que as empresas deem a devida vistoria técnica aos veículos e boas condições de trabalho aos seus motoristas.

Segurança durante a viagem de ônibus fretado

Além dos riscos de utilizar um veículo em más condições, as escalas de trabalho e condições para os motoristas também é fator importante a pesar. Se o aspecto do ônibus fretado contratado não for satisfatório, a recomendação é desistir da viagem. Outra dica é ficar atento ao interior do veículo e certificar-se de que há cinto de segurança. Também não deve ter superlotação e acomodação adequadas das malas e bagagens. E claro, este tipo de serviço só passa compensar se a economia girar em pelo menos 40% para o pagante.

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